Último dia da longa perna Cocos-Maurícias.
E aqui estamos, a cerca de 130 milhas do destino, a cidade de Port Louis, nas Maurícias.
Prevemos chegar amanhã, pelas 1300, hora de Cocos, o que quererá dizer 1030, hora das Maurícias. Pois é, a diferença de hora de Cocos para Maurícias é de 02:30 h. Cocos é UTC + 6.30, e Maurícias UTC + 4. Mais umas milhas para Oeste e ficamos com a mesma hora que em Portugal. Mas isso só lá mais para o meio do Atlântico Sul (Santa Helena)… O que quer dizer, daqui a muitas milhas e muitos dias…
Esta perna tem corrido bem, apesar do mar alto e desencontrado, dos balanços e sacões, das ondas que, de vez em quando e de forma imprevisível, batem com força no casco, fazendo um ruído nada agradável. Já esteve pior, já melhorou, já tornou a piorar, e agora está novamente melhor, ao sabor das altas e das baixas pressões por esse Índico fora, e dos ventos que originam e levantam o mar mesmo a muitas milhas de distancia das frentes…
Avarias, há a registar o apoio do Watt&Sea (o hidrogerador) que se partiu, e agora o GPS que dá a posição para o VHF, que deixou de funcionar desde ontem. Coisas para manter o Skipper “entretido” nas Maurícias.
Pesca, houve poucas tentativas, e sem sucesso, mas a velocidade do barco também não era muito favorável. Peixes voadores no convés de manhã, muitos - num dos dias contámos mais de 30, entre maiorzinhos e minúsculos, mas o habitual era pelo menos uma meia dúzia deles.
De resto, o barco está a precisar de uma boa limpeza, e há um monte de roupa para a lavandaria. Mas não nos podemos queixar muito porque as descrições deste trajecto costumam ser muito mais molhadas, com os barcos todos encharcados ou cheios de humidade, e nós temos apanhado muito pouca chuva, felizmente.
As provisões foram bem calculadas e tivemos frescos até há 3 dias atrás, o que foi muito bom também. E a cerveja do almoço só acaba hoje! E amanhã, se tudo correr bem, já almoçaremos em terra firme!
MA+LA
Allegro (no Mediterrâneo)
Allegro nas Baleares
sábado, 17 de outubro de 2015
SEXTA-FEIRA, 09 DE OUTUBRO DE 2015
OCEANO ÍNDICO - Continuação
- COCOS-MAURÍCIAS -
A última noite em Cocos Keeling esteve ainda mais ventosa do que nos outros dias. Choveu um pouco no início da noite.
Na manhã seguinte, segunda-feira, 28 de Setembro de 2015, arrancaríamos para a longa, longa perna de Cocos - Maurícias, com cerca de 2350 milhas.
A previsão meteorológica era de vento entre 15 e 25 nós, predominantemente de Sueste, o que seria bom para uma mareação dentro do rumo. Mas previam-se ondas de 2-3 metros e, sobretudo, existia uma depressão a SE, ainda longe e a progredir relativamente devagar, mas com probabilidade, embora baixa, de se poder transformar em tempestade tropical/ ciclone.
Não sei se foi o vento, se foi a ideia dessa depressão, a probabilidade era baixa, mas não deixava de ser preocupante, mas acordei de madrugada, fui ver como estavam as coisas lá por fora, estavam bem, o barco continuava no mesmo sítio, bem agarrado ao fundo, mas… já não consegui dormir mais. Aproveitei para escrever um pouco no blog, enquanto assistia ao nascer do novo dia. Pouco depois também o Luis apareceu lá por cima.
A largada quase não acontecia, porque o barco que a polícia pusera à disposição para levar o júri de regata para o local, teve uma avaria. Mas conseguiram chegar dentro da hora e dar a largada às 10:00 h. Vários barcos decidiram ir andando e não esperar pela largada, mas a grande maioria ficou e esperou. Finalmente uma largada com vento fresco. À saída do atol, ondas grandes, para nos habituarmos logo ao balanço.
Nesse 1º dia fizemos 162 milhas nas 24h, o que para o Allegro é muito bom.
O 2º dia continuou bem, sempre com vento entre 17-20 nós, ondas de 2-2.5 metros e bom tempo. A má notícia foi descobrirmos que o apoio do hidrogerador, o Watt&Sea, se tinha partido, e ele ia preso só pelos cabos. Tirámo-lo para fora e está a descansar, à espera de arranjo, possivelmente só na África do Sul. E nós, com menos uma fonte de energia a bordo…
Nas comunicações da noite, a informação meteorológica adicional, obtida por alguns dos barcos da frota, aconselhava que se mantivesse o rumo acima dos 13º S de latitude, para se tentar evitar uma zona de swell acentuado, com ondas de 4 m ou mais. Desviámos o rumo para NNW, e assim ficámos toda a noite. O resultado desta estratégia, foi que passámos para último lugar na frota, pois, pelos vistos ninguém levou o conselho tão à letra como nós… Mas, em latitude, ficámos o 2º barco mais a norte. Fraco consolo… Na manhã seguinte retomámos o rumo prévio. E o nosso percurso ficou com um desenho original, uma “marreca”, como o Luis lhe chama.
No 4º dia, dia 1 de Outubro, o vento diminuiu para os 8-12 nós, e mudou para Este, mesmo de popa. De madrugada ligámos o motor, para ajudar a empurrar o Allegro, e de manhã, pusemos o pau na genoa, ficámos a navegar em borboleta, de popa arrasada, com vento de 10-12 nós e a fazermos entre 4.6-5.0 nós no rumo certo. E com o piloto de vento a governar. Um sucesso! Mas, em termos de progressão, o pior dia desta perna: fizemos só 100 milhas nas 24h…
No 5º dia, o vento voltou a aumentar para 16-19 nós, de SE. As ondas também ficaram maiores, entre 3 e 4 metros, e surgiram mais nuvens e alguns “squalls”. Mas voltámos a melhores médias, 158 milhas nas 24h.
Nesta perna tem sido sempre o Rui a fazer o almoço, e eu faço a sopa do jantar. O que quer dizer que comemos muito bem ao almoço (e demais, e pouco “dietético”…), e de forma mais frugal ao jantar, se não fosse pelo pão com manteiga e queijo, e pelo chocolate no final!…
Os dias 6º, 7º e 8º mantiveram-se com o mesmo padrão, bons ventos, de boa direcção, ondas um pouco mais baixas (2-3 m) e alguns squalls. 158, 161, 158 milhas respectivamente.
No 9º dia, 6 de Outubro, chegámos a metade do caminho, o que festejámos com uma bebida ao final da tarde. O vento diminui um pouco, mas fizemos ainda 145 milhas.
No 10º dia, vento de 14-16 nós e, infelizmente, de Este ou ESE. 135 milhas/24 h.
No 11º dia, vento ainda mais fraco. Demos uma ajuda com o motor de madrugada, e de manhã pusemos novamente o pau na genoa. Mas pelas 1500 h, com 8 nós de vento e velocidade a baixar para menos de 4 nós, enrolámos a genoa, mantendo o pau colocado, e ligámos o motor para “motorsailing”…Até às 2000 h, altura em que o vento aumentou e virou para SE, e voltámos à mareação habitual com velas a estibordo e vento pela alheta. E assim temos navegado até agora, 1900 h de dia 9 de Outubro. São horas das comunicações da tarde, e, também, hora de fazer a sopa!…
MA
A última noite em Cocos Keeling esteve ainda mais ventosa do que nos outros dias. Choveu um pouco no início da noite.
Na manhã seguinte, segunda-feira, 28 de Setembro de 2015, arrancaríamos para a longa, longa perna de Cocos - Maurícias, com cerca de 2350 milhas.
A previsão meteorológica era de vento entre 15 e 25 nós, predominantemente de Sueste, o que seria bom para uma mareação dentro do rumo. Mas previam-se ondas de 2-3 metros e, sobretudo, existia uma depressão a SE, ainda longe e a progredir relativamente devagar, mas com probabilidade, embora baixa, de se poder transformar em tempestade tropical/ ciclone.
Não sei se foi o vento, se foi a ideia dessa depressão, a probabilidade era baixa, mas não deixava de ser preocupante, mas acordei de madrugada, fui ver como estavam as coisas lá por fora, estavam bem, o barco continuava no mesmo sítio, bem agarrado ao fundo, mas… já não consegui dormir mais. Aproveitei para escrever um pouco no blog, enquanto assistia ao nascer do novo dia. Pouco depois também o Luis apareceu lá por cima.
A largada quase não acontecia, porque o barco que a polícia pusera à disposição para levar o júri de regata para o local, teve uma avaria. Mas conseguiram chegar dentro da hora e dar a largada às 10:00 h. Vários barcos decidiram ir andando e não esperar pela largada, mas a grande maioria ficou e esperou. Finalmente uma largada com vento fresco. À saída do atol, ondas grandes, para nos habituarmos logo ao balanço.
Nesse 1º dia fizemos 162 milhas nas 24h, o que para o Allegro é muito bom.
O 2º dia continuou bem, sempre com vento entre 17-20 nós, ondas de 2-2.5 metros e bom tempo. A má notícia foi descobrirmos que o apoio do hidrogerador, o Watt&Sea, se tinha partido, e ele ia preso só pelos cabos. Tirámo-lo para fora e está a descansar, à espera de arranjo, possivelmente só na África do Sul. E nós, com menos uma fonte de energia a bordo…
Nas comunicações da noite, a informação meteorológica adicional, obtida por alguns dos barcos da frota, aconselhava que se mantivesse o rumo acima dos 13º S de latitude, para se tentar evitar uma zona de swell acentuado, com ondas de 4 m ou mais. Desviámos o rumo para NNW, e assim ficámos toda a noite. O resultado desta estratégia, foi que passámos para último lugar na frota, pois, pelos vistos ninguém levou o conselho tão à letra como nós… Mas, em latitude, ficámos o 2º barco mais a norte. Fraco consolo… Na manhã seguinte retomámos o rumo prévio. E o nosso percurso ficou com um desenho original, uma “marreca”, como o Luis lhe chama.
No 4º dia, dia 1 de Outubro, o vento diminuiu para os 8-12 nós, e mudou para Este, mesmo de popa. De madrugada ligámos o motor, para ajudar a empurrar o Allegro, e de manhã, pusemos o pau na genoa, ficámos a navegar em borboleta, de popa arrasada, com vento de 10-12 nós e a fazermos entre 4.6-5.0 nós no rumo certo. E com o piloto de vento a governar. Um sucesso! Mas, em termos de progressão, o pior dia desta perna: fizemos só 100 milhas nas 24h…
No 5º dia, o vento voltou a aumentar para 16-19 nós, de SE. As ondas também ficaram maiores, entre 3 e 4 metros, e surgiram mais nuvens e alguns “squalls”. Mas voltámos a melhores médias, 158 milhas nas 24h.
Nesta perna tem sido sempre o Rui a fazer o almoço, e eu faço a sopa do jantar. O que quer dizer que comemos muito bem ao almoço (e demais, e pouco “dietético”…), e de forma mais frugal ao jantar, se não fosse pelo pão com manteiga e queijo, e pelo chocolate no final!…
Os dias 6º, 7º e 8º mantiveram-se com o mesmo padrão, bons ventos, de boa direcção, ondas um pouco mais baixas (2-3 m) e alguns squalls. 158, 161, 158 milhas respectivamente.
No 9º dia, 6 de Outubro, chegámos a metade do caminho, o que festejámos com uma bebida ao final da tarde. O vento diminui um pouco, mas fizemos ainda 145 milhas.
No 10º dia, vento de 14-16 nós e, infelizmente, de Este ou ESE. 135 milhas/24 h.
No 11º dia, vento ainda mais fraco. Demos uma ajuda com o motor de madrugada, e de manhã pusemos novamente o pau na genoa. Mas pelas 1500 h, com 8 nós de vento e velocidade a baixar para menos de 4 nós, enrolámos a genoa, mantendo o pau colocado, e ligámos o motor para “motorsailing”…Até às 2000 h, altura em que o vento aumentou e virou para SE, e voltámos à mareação habitual com velas a estibordo e vento pela alheta. E assim temos navegado até agora, 1900 h de dia 9 de Outubro. São horas das comunicações da tarde, e, também, hora de fazer a sopa!…
MA
DOMINGO, 20 DE SETEMBRO A QUINTA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO DE 2015
PERNA CHRISTMAS ISLAND - COCOS KEELING
Finalmente uma perna quase sempre com vento!... Não demais, de menos só por pouco tempo, foi muito agradável. O único barulho menos agradável já não foi o do motor, mas apenas o do gerador quando era necessário carregar baterias.
Finalmente fizemos uma perna completa sem termos que ligar o motor, excepto quase à chegada, para nos despacharmos porque o vento deixou de estar de feição e queríamos... chegar!
Cocos Keeling é um atol, com várias pequenas ilhas de areia branca e cobertas de ... coqueiros, como não podia deixar de ser. A água tem um tom turquesa brilhante, parece de postal de anúncio!
Cocos Keeling pertence à Austrália, tal como Christmas Island.
A hora aqui é UTC + 06.30.
Neste atol, várias das ilhas são desabitadas. A ilha mais próxima do local onde fundearam os barcos da frota da World ARC chama-se Direction Island e é desabitada. Apesar disso, tem várias pequenas construções com mesas e bancos corridos, um tecto de madeira, e um local preparado para barbecues. Foi num destes locais que foi feito o check in com as autoridades, que se deslocaram de propósito aqui para esse efeito. E apesar de ser desabitada, temos internet a bordo, não muito eficaz ou rápida, mas dá para ver os mails, embora não dê para fazer downloads...
A ilha seguinte, Home Island, fica a 1,5 milhas desta. Essa é habitada, tem um cais, tem um supermercado, um museu, e várias outras facilidades, até tem separação de lixo para reciclar. É abastecida na estação alta, que termina agora, uma vez por semana, e na estação baixa, uma vez por mês. Os habitantes são muçulmanos, portanto não se consegue comprar carne de porco, fiambre, salsichas ou bacon. Nem álcool! No dia em que chega o abastecimento tem uma variedade de frescos bastante boa, embora muito cara. Tínhamos feito uma encomenda prévia do que queríamos, sistema que a WCC organizará para nós, e que funcionou muito bem. Para além dos frescos, o supermercado estava bem fornecido de carne congelada e artigos não perecíveis. Foi novamente uma agradável surpresa, pois a próxima etapa é muito longa.
Uma milha e meia é perto, mas como tem estado sempre bastante vento, no nosso dinghy seria um banho certo, pois teríamos que ir contra o vento. Felizmente apanhei uma boleia do Jean e da Christiane (A Plus 2), na sexta-feira, e como o dinghy deles é maior e mais rápidque o nosso, os salpicos foram poucos. Comprei sobretudo carne e leite, além de cerveja sem álcool, a única coisa que tinham mais parecida com cerveja, pois a "Ginger Beer" tinha-se esgotado.
E hoje, Sábado, e dia de ir lá buscar as encomendas que cada barco fizera, a WCC organizou o transporte com uma pequena lancha, para os barcos que quisessem. e assim, lá voltei hoje, buscar a encomenda e os frescos, pois ontem chegara o barco de abastecimento.
As mulheres vestem-se com a cabeça tapada, mas não com burca. E muitas delas deslocam-se para o super, sozinhas ou com as crianças, em pequenos buggies. O contraste do traje com a modernidade do transporte não deixa de ser curioso...
A noite passada foi combinado um BBQ para quem quisesse ir, e lá fomos nós com 3 belos bifes comprados nessa tarde, um tacho de um arroz especial feito pelo Rui, e uma garrafa de tinto espanhol, para a praia. Os bifes ficaram óptimos, e o convívio com os outros barcos foi muito agradável!
Hoje à tarde, fomos nós os dois fazer "snorkeling" no canal entre ilhas, nos corais, e depois ficámos a apanhar sol e a preguiçar na praia.
E está noite está tanto vento que anulámos o plano de ir até terra conviver um pouco com as outras tripulações.
MA
Finalmente uma perna quase sempre com vento!... Não demais, de menos só por pouco tempo, foi muito agradável. O único barulho menos agradável já não foi o do motor, mas apenas o do gerador quando era necessário carregar baterias.
Finalmente fizemos uma perna completa sem termos que ligar o motor, excepto quase à chegada, para nos despacharmos porque o vento deixou de estar de feição e queríamos... chegar!
Cocos Keeling é um atol, com várias pequenas ilhas de areia branca e cobertas de ... coqueiros, como não podia deixar de ser. A água tem um tom turquesa brilhante, parece de postal de anúncio!
Cocos Keeling pertence à Austrália, tal como Christmas Island.
A hora aqui é UTC + 06.30.
Neste atol, várias das ilhas são desabitadas. A ilha mais próxima do local onde fundearam os barcos da frota da World ARC chama-se Direction Island e é desabitada. Apesar disso, tem várias pequenas construções com mesas e bancos corridos, um tecto de madeira, e um local preparado para barbecues. Foi num destes locais que foi feito o check in com as autoridades, que se deslocaram de propósito aqui para esse efeito. E apesar de ser desabitada, temos internet a bordo, não muito eficaz ou rápida, mas dá para ver os mails, embora não dê para fazer downloads...
A ilha seguinte, Home Island, fica a 1,5 milhas desta. Essa é habitada, tem um cais, tem um supermercado, um museu, e várias outras facilidades, até tem separação de lixo para reciclar. É abastecida na estação alta, que termina agora, uma vez por semana, e na estação baixa, uma vez por mês. Os habitantes são muçulmanos, portanto não se consegue comprar carne de porco, fiambre, salsichas ou bacon. Nem álcool! No dia em que chega o abastecimento tem uma variedade de frescos bastante boa, embora muito cara. Tínhamos feito uma encomenda prévia do que queríamos, sistema que a WCC organizará para nós, e que funcionou muito bem. Para além dos frescos, o supermercado estava bem fornecido de carne congelada e artigos não perecíveis. Foi novamente uma agradável surpresa, pois a próxima etapa é muito longa.
Uma milha e meia é perto, mas como tem estado sempre bastante vento, no nosso dinghy seria um banho certo, pois teríamos que ir contra o vento. Felizmente apanhei uma boleia do Jean e da Christiane (A Plus 2), na sexta-feira, e como o dinghy deles é maior e mais rápidque o nosso, os salpicos foram poucos. Comprei sobretudo carne e leite, além de cerveja sem álcool, a única coisa que tinham mais parecida com cerveja, pois a "Ginger Beer" tinha-se esgotado.
E hoje, Sábado, e dia de ir lá buscar as encomendas que cada barco fizera, a WCC organizou o transporte com uma pequena lancha, para os barcos que quisessem. e assim, lá voltei hoje, buscar a encomenda e os frescos, pois ontem chegara o barco de abastecimento.
As mulheres vestem-se com a cabeça tapada, mas não com burca. E muitas delas deslocam-se para o super, sozinhas ou com as crianças, em pequenos buggies. O contraste do traje com a modernidade do transporte não deixa de ser curioso...
A noite passada foi combinado um BBQ para quem quisesse ir, e lá fomos nós com 3 belos bifes comprados nessa tarde, um tacho de um arroz especial feito pelo Rui, e uma garrafa de tinto espanhol, para a praia. Os bifes ficaram óptimos, e o convívio com os outros barcos foi muito agradável!
Hoje à tarde, fomos nós os dois fazer "snorkeling" no canal entre ilhas, nos corais, e depois ficámos a apanhar sol e a preguiçar na praia.
E está noite está tanto vento que anulámos o plano de ir até terra conviver um pouco com as outras tripulações.
MA
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