Depois de muitas promessas frustradas de nos colocarem o leme no dia seguinte, foi colocado na quinta-feira, 2 de Junho, e o barco foi para a água na sexta.
Como queríamos experimentar o barco para confirmar se tudo estava bem antes de largarmos para Vanuatu, não largámos no Sábado como a restante frota.
Seguiremos amanhã depois das formalidades da alfândega e emigração para percorrermos as quase 500 milhas para Tanna em Vanuatu.
Allegro (no Mediterrâneo)
Allegro nas Baleares
domingo, 5 de julho de 2015
TERÇA-FEIRA, 23 DE JUNHO E QUARTA-FEIRA, 24 DE JUNHO DE 2015
Na terça-feira arrancámos para o último trajecto até Vuda, onde tínhamos marcado a Marina e onde o barco sairia da água para limpar o casco e pôr anti-fouling.
Começámos a andar novamente bem cedo, tínhamos cerca de 60 milhas para fazer, mas sempre em ziguezague. O vento estava predominantemente pela proa, não podíamos abrir a vela para ajudar. O percurso, tal como na véspera, era muito bonito.
Ao longo do dia as nuvens foram aumentando, assim como a intensidade do vento, e quando passámos Lautoka, uma cidade portuária e industrial, ao final do dia, o mar estava já desagradável, e bastante desencontrado, e o vento de proa, 25+ nós.
A Marina de Vuda fica numa zona de recifes, e foi escavado no meio deles uma espécie de corredor de acesso à Marina. Enquanto preparávamos o barco para entra e amarrar, tocámos numa rocha. O embate atingiu sobretudo o eixo do leme que ficou empenado. Fundeámos nessa noite e no dia seguinte fomos rebocados para dentro da Marina.
No dia seguinte, veio rebocar-nos um pequeno barco de fibra, com um motor fora de borda de 15 cavalos, e só um funcionário da Marina a bordo. Ficámos apreensivos, porque o "corredor" de acesso à Marina é estreito e comprido e tem pouco mais de 2 metros de profundidade, e nós com o leme bloqueado, a maré baixa, e algum vento.
Começou o reboque, fomos ajudando com o nosso motor e o leme do piloto de vento. Pouco depois de se iniciar o reboque, numa curva, começou a entrar bastante água para o barco do reboque, e o funcionário, o Mak, teve que largar o cabo e esvaziar o barco. Depois recomeçou, com menos pressa, e lá entrámos na Marina, a ver as pedras das margens do corredor mesmo ali ao lado. Mas o Mak levou-nos a bom porto!
O barco foi tirado da água ao final da manhã. O leme foi retirado no dia seguinte para ser endireitado.
E aqui estamos na Marina de Vuda Point, hoje, dia 29 de Junho, à espera que tudo se arranje e fique pronto para seguirmos viagem.
Aproveitámos para descansar 2 dias num hotel aqui ao lado da Marina. O Rui preferiu ficar a bordo. Nós os dois desde Setembro, e com mais de 12.000 milhas percorridas, só uma noite dormimos fora do barco. Já merecíamos bem o conforto de um hotel!...
Começámos a andar novamente bem cedo, tínhamos cerca de 60 milhas para fazer, mas sempre em ziguezague. O vento estava predominantemente pela proa, não podíamos abrir a vela para ajudar. O percurso, tal como na véspera, era muito bonito.
Ao longo do dia as nuvens foram aumentando, assim como a intensidade do vento, e quando passámos Lautoka, uma cidade portuária e industrial, ao final do dia, o mar estava já desagradável, e bastante desencontrado, e o vento de proa, 25+ nós.
A Marina de Vuda fica numa zona de recifes, e foi escavado no meio deles uma espécie de corredor de acesso à Marina. Enquanto preparávamos o barco para entra e amarrar, tocámos numa rocha. O embate atingiu sobretudo o eixo do leme que ficou empenado. Fundeámos nessa noite e no dia seguinte fomos rebocados para dentro da Marina.
No dia seguinte, veio rebocar-nos um pequeno barco de fibra, com um motor fora de borda de 15 cavalos, e só um funcionário da Marina a bordo. Ficámos apreensivos, porque o "corredor" de acesso à Marina é estreito e comprido e tem pouco mais de 2 metros de profundidade, e nós com o leme bloqueado, a maré baixa, e algum vento.
Começou o reboque, fomos ajudando com o nosso motor e o leme do piloto de vento. Pouco depois de se iniciar o reboque, numa curva, começou a entrar bastante água para o barco do reboque, e o funcionário, o Mak, teve que largar o cabo e esvaziar o barco. Depois recomeçou, com menos pressa, e lá entrámos na Marina, a ver as pedras das margens do corredor mesmo ali ao lado. Mas o Mak levou-nos a bom porto!
O barco foi tirado da água ao final da manhã. O leme foi retirado no dia seguinte para ser endireitado.
E aqui estamos na Marina de Vuda Point, hoje, dia 29 de Junho, à espera que tudo se arranje e fique pronto para seguirmos viagem.
Aproveitámos para descansar 2 dias num hotel aqui ao lado da Marina. O Rui preferiu ficar a bordo. Nós os dois desde Setembro, e com mais de 12.000 milhas percorridas, só uma noite dormimos fora do barco. Já merecíamos bem o conforto de um hotel!...
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