Allegro (no Mediterrâneo)

Allegro (no Mediterrâneo)
Allegro nas Baleares

quinta-feira, 30 de julho de 2015

SEGUNDA-FEIRA, 6 DE JULHO DE 2015

Já passava do meio dia quando, finalmente, arrancámos para Tanna.

Tínhamos-nos levantado ainda não eram sete horas para sermos os primeiros a fazer o checkout out.
Os funcionários da Alfândega deveriam chegar pelas 10:00 horas, assim não haveria perdas de tempo. Mas só pelas onze chegaram. "Fiji time" ...

Quando saímos do canal de acesso à Marina quase não havia vento e o mar estava chão. Depois, lenta mas progressivamente, o vento foi aumentando e o mar também.
Ja perto da Navula Passage o vento não baixava dos 20 nós mas o mar continuava com uma ondulação pequena devido à presença dos bancos de coral.
A passagem final do passe foi feita sem problemas. Não deixou contudo de ser feita com especial cuidado dadas as condições e os antecedentes recentes.

Depois apontámos a Tanna.
As condições continuaram-se a deteriorar durante umas 4 a 6 horas. Por essa altura o vento já não baixava dos 20 nós e o mar, sem a protecção dos corais, estava bastante diferente, com uma ondulação de través.
Depois das 18:00, durante o período de comunicação da tarde entre os barcos, exactamente quando estava a dizer que a bordo estava tudo bem, caiu no poço a primeira onda que tinha acabado de varrer o conves. Quando cheguei ao poço onde estava a Manuela, ainda parte da agua não tinha sido drenada.
Foi uma experiência nova, menos agradável. A entrada de água no poço é mais difícil de controlar e é sentida como uma intromissão, à força, numa zona que sentíamos como protegida.
Por mais três vezes tivemos a entrada de água no poço e, mais tarde, uma quarta.
A partir dessa altura houve uma melhoria significativa do vento e do mar que se mantiveram durante toda a noite.

LA

domingo, 5 de julho de 2015

DOMINGO, 5 DE JULHO DE 2015

Depois de muitas promessas frustradas de nos colocarem o leme no dia seguinte, foi colocado na quinta-feira, 2 de Junho, e o barco foi para a água na sexta.
Como queríamos experimentar o barco para confirmar se tudo estava bem antes de largarmos para Vanuatu, não largámos no Sábado como a restante frota.
Seguiremos amanhã depois das formalidades da alfândega e emigração para percorrermos as quase 500 milhas para Tanna em Vanuatu.

TERÇA-FEIRA, 23 DE JUNHO E QUARTA-FEIRA, 24 DE JUNHO DE 2015

Na terça-feira arrancámos para o último trajecto até Vuda, onde tínhamos marcado a Marina e onde o barco sairia da água para limpar o casco e pôr anti-fouling.
Começámos a andar novamente bem cedo, tínhamos cerca de 60 milhas para fazer, mas sempre em ziguezague. O vento estava predominantemente pela proa, não podíamos abrir a vela para ajudar. O percurso, tal como na véspera, era muito bonito.
Ao longo do dia as nuvens foram aumentando, assim como a intensidade do vento, e quando passámos Lautoka, uma cidade portuária e industrial, ao final do dia, o mar estava já desagradável, e bastante desencontrado, e o vento de proa, 25+ nós.
A Marina de Vuda fica numa zona de recifes, e foi escavado no meio deles uma espécie de corredor de acesso à Marina. Enquanto preparávamos o barco para entra e amarrar, tocámos numa rocha. O embate atingiu sobretudo o eixo do leme que ficou empenado. Fundeámos nessa noite e no dia seguinte fomos rebocados para dentro da Marina.

No dia seguinte, veio rebocar-nos um pequeno barco de fibra, com um motor fora de borda de 15 cavalos, e só um funcionário da Marina a bordo. Ficámos apreensivos, porque o "corredor" de acesso à Marina é estreito e comprido e tem pouco mais de 2 metros de profundidade, e nós com o leme bloqueado, a maré baixa, e algum vento.
Começou o reboque, fomos ajudando com o nosso motor e o leme do piloto de vento. Pouco depois de se iniciar o reboque, numa curva, começou a entrar bastante água para o barco do reboque, e o funcionário, o Mak, teve que largar o cabo e esvaziar o barco. Depois recomeçou, com menos pressa, e lá entrámos na Marina, a ver as pedras das margens do corredor mesmo ali ao lado. Mas o Mak levou-nos a bom porto!

O barco foi tirado da água ao final da manhã. O leme foi retirado no dia seguinte para ser endireitado.

E aqui estamos na Marina de Vuda Point, hoje, dia 29 de Junho, à espera que tudo se arranje e fique pronto para seguirmos viagem.
Aproveitámos para descansar 2 dias num hotel aqui ao lado da Marina. O Rui preferiu ficar a bordo. Nós os dois desde Setembro, e com mais de 12.000 milhas percorridas, só uma noite dormimos fora do barco. Já merecíamos bem o conforto de um hotel!...

domingo, 28 de junho de 2015

DOMINGO, 21 DE JUNHO E SEGUNDA-FEIRA, 22 DE JUNHO DE 2015

Adeus, Savusavu!
Largámos com a primeira luz do dia. Savusavu foi uma paragem agradável, e foi bom estarmos num porto tão abrigado enquanto a ventania soprava lá fora.
Apanhámos inicialmente o mar agitado, e o vento de proa até ao primeiro waypoint que ficava mesmo a Sul. Depois de passado este, pudemos bolinar para os seguintes. Um alívio, desligar o motor!...
Pusemos a amostra comprada ao Curly na água, e passado pouco tempo, a linha começou a desenrolar-se rapidamente. Um peixe! Uma animação! Folgámos a vela para reduzir a velocidade do barco, e o Luís começou a enrolar a linha. O mar, agitado, não ajudava nada. Quando começámos a ver o peixe, era um grande peixe! Deu algum trabalho puxá-lo para bordo, e valeu-nos o grande gancho de bambu que nos dera o Rui Soares. Era um belíssimo dourado, com cerca de um metro e meio! Nunca tínhamos pescado um peixe tão grande!...lá conseguimos içá-lo para bordo, e preparámo-lo logo ali, com o trabalho dificultado pelas ondas, que o faziam escorregar de um lado para o outro, e pela nossa falta de experiência em amanhar peixe tão grande. Conseguimos tirar a maior parte dos lombos, e só depois nos lembrámos de o fotografar... Foi um sucesso, a amostra do Curly. Nessa noite, fundeados, o Luís mandou-lhe um mail!
Fundeámos nessa tarde na ilha de Makogai, ilha onde em tempos existiu uma leprosaria, e que tem actualmente em curso um projecto de cultura de ameijoas gigantes e de tratamento de tartarugas. Fomos com o Peter e a Marian do Exody, e ao chegámos a terra com o embrulho de cava na mão, veio ao nosso encontro um habitante da aldeia, que nos levou ao chefe da aldeia. depois de nos cumprimentarmos e apresentarmos, sentámo-nos no chão e o chefe pegou no ramo de cava e começou a falar. Calculamos, pelo que lemos e nos disseram, que tenha abençoado a cava, que nos tenha abençoado também a nós, aceite como membros da aldeia, e desejado que a nossa viagem corra bem.
depois o guia que nos recebera, foi-nos mostrar o que restava da antiga leprosaria, as ruinas das casas, do convento das freiras, da escola, do hospital e do cinema. Tudo estava já a ser invadido pela vegetação, e no meio de árvores muito altas e frondosas. Muito bonita, a floresta tropical naquela zona.
Visitámos então a aldeia e os tanques para criação de bivalves, assim como aqueles destinados ao tratamento de tartarugas doentes.
Despedimo-nos com um "Modé", o adeus em fijiano.
Nessa noite convidámos o Exody para jantar e provar o "nosso" dourado!

No dia seguinte, levantámos ferro com a primeira luz da manhã. Tínhamos mais um dia de cerca de 50 milhas entre os baixios e recifes da lagoa a norte da ilha Viti Levu. Os waypoints do Curly revelaram-se muito bons, pois se nesta zona estavam no lugar bastantes bois de marcação dos canais, faltavam também muitas outras...
A costa é muito bonita aqui e a ilha diferente das muitas outras ilhas que vimos antes, devido sobretudo a ter extensas áreas de campos para pastagens, com as suas cores verde claro ou castanho dourado a alternarem com áreas verde escuro das árvores, mangais nas margens e outras mais altas na distância. Tudo isto a cobrir montes, alguns bastante altos, e vales.
Fomos ziguezagueando entre ilhotas e baixios, e fundeámos à tarde numa baía muito larga, com alguns veleiros dispersos fundeados e um enorme iate de luxo a motor, com vários andares, muitas luzes durante a noite, e uma espécie de aquaparque insuflável amarrado a ele na popa, num local mais afastado dos restantes barcos.
Era a baía de Nanana, considerada um "hotspot internacional para kitesurf". Parece que terá dias muito ventosos, com a vantagem de a água permanecer pouco agitada, uma vez que está dentro da lagoa. Felizmente não havia quase vento nesse dia.
O jantar foi... sopa de peixe!... E a noite tranquila, embora com chuva que caiu persistentemente, impedindo-nos de apreciar a noite lá fora.




sexta-feira, 26 de junho de 2015

SEXTA-FEIRA, 19 DE JUNHO A SÁBADO, 20 DE JUNHO

A estadia em Savusavu prolongou-se por mais dias do que inicialmente previsto porque o tempo não estava favorável. Ventos de Sul de 30 nós, com rajadas até 40, com o mar com a agitação correspondente - "rough to very rough seas" anunciava o Curly em cada manhã. Aconselhando os navegantes: "be patient and enjoy Savusavu". E assim fizemos!
Comemos em terra muitas vezes, geralmente na companhia de outras tripulações, frequentemente na "Copra Shed Marina" que tinha um restaurante, "Captain's Table", com comida bem confeccionada e agradável, e um snackbar com pizzas ou pastas, e um bar para o qual nos podiam levar as pizzas.
Outras vezes comemos no "Surf and Turf" onde o prato mais original era bife com lagosta, o verdadeiro "surf and turf", além de pratos de bom peixe e vários pratos de caril saborosos, como seria de esperar uma vez que os donos são indianos.
Comer fora e fazer compras em Fiji não é caro.
Foram dias bem passados, excepto os dois primeiros, em que choveu a cântaros. Numa das noites choveu tanto que na manhã seguinte encontrámos o dinghy com água por mais de metade, e com o depósito da gasolina a boiar virado para baixo!...
Felizmente encontrámos um bom sistema para termos wifi, com um SIM Card da Vodafone Fiji introduzido no iPAD, servindo como hotspot para computadores e telefones. Assim tínhamos wifi em todo o lado, incluindo no barco, e até a navegar desde que perto da costa. Um luxo, para nós que temos tido grandes dificuldades com os acessos à internet nesta viagem!
Assistimos também à passagem da banda da polícia, que diariamente se passeava pela rua principal da cidade, porque era a semana de uma campanha contra o crime. A banda era óptima, com a particularidade de ter uma coreografia especial, imitando a certa altura o disparar de armas com os instrumentos musicais, e dançando enquanto tocavam. Um dos elementos da banda destacava-se a certa altura do conjunto e dançava, e era frequentemente uma jovem da assistência vir dançar com ele, de forma bem provocante e sensual. Enfim, uma banda original, e dava gosto "ficar a ver a banda passar"!...
A maioria da frota encontrou-se "presa" em Savusavu, e as conversas giravam à volta do tempo e da meteorologia, com vários barcos a recorrerem aos serviços do Curly.
Tínhamos decidido limpar o casco e pôr anti-fouling em Fiji, certamente muito mais económico que na Austrália. Marcámos a Marina e a subida do barco na Vuda Marina, na costa oeste de Viti Levu, para os dias 23 ou 24 de Junho. Queríamos fazer o trajecto por etapas ao longo da costa norte de Viti Levu, dentro da lagoa, onde as cartas e os waypoints aconselhados pelo Curly seriam de grande ajuda. Fundearíamos de noite e deslocar-nos-íamos de dia, em etapas de 50-60 milhas cada. Assim que o vento baixou um pouco e o tempo o permitiu, ficou decidido sairmos de Savusavu de manhã cedo no Domingo 20, tendo por companhia o Exody, que decidiu a mesma coisa.
Na véspera à noite fomos jantar ao Surf and Turf, que tinha um menu especial de Sábado à noite, e que estava praticamente por conta da frota da World ARC. Vários barcos sairiam na manhã seguinte para fazerem o trajecto pela costa este e sul de Viti Levu, e outros sairiam na segunda-feira. Foi um jantar de despedida animado, pois já todos estávamos com vontade de conhecer mais de Fiji.

DOMINGO, 14 DE JUNHO A QUINTA-FEIRA, 18 DE JUNHO DE 2015

GRUPO LAU - SAVUSAVU, NA ILHA VANU LEVU
Saímos de manhã de Daliconi, com o "Aretha" - com a sua tripulação familiar, os pais, Caspar e Nicholas, e os 3 filhos, Bluebell, Columbus e Wilow (respectivamente 10, 8 e 3 anos). Seguimos o trajecto da véspera em sentido inverso até estarmos frente à passagem Quilaquila, pela qual passámos para fora da lagoa, ficando em mar aberto. Inicialmente estava pouco vento, mas mais tarde tivemos o suficiente para podermos velejar, na maior parte das 120 milhas do trajecto.
Chegámos na manhã seguinte a Savusavu, uma baía que entra pela terra dentro numa grande extensão, com dezenas e dezenas de barcos em bóias. Tínhamos marcado lugar na "Copra  Shed Marina" constituída por uns pequenos pontões, completamente cheios de barcos e várias bóias de amarração. Pediram desculpa por não terem lugar para nós, mas nenhum barco se tinha ido embora porque a meteorologia tinha piorado e ninguém queria deixar aquele porto abrigado.
Depois de chamarmos sem resposta a "marina" alternativa, Waitui Marina, constituída apenas por bóias, um pequeno edifício e um pontão, ambos em estado bastante degradado, decidimos agarrar uma bóia livre e aí prender o barco. Na realidade, a bóia pertencia à Marina Waitui, e apareceu-nos mais tarde num pequeno barco, o Asseri, e tudo ficou regularizado; só tínhamos que ir pagar a bóia antes de sairmos, eram 10 dólares fijianos por dia (1 Dólar Fijiano é cerca de 5 €).
Quase em frente a nós estava uma casa flutuante com um veleiro atracado, e com o dístico "M V Curly" e o dono acenou-nos amigavelmente. Um personagem! Com uma longa barba branca, cabelo comprido e óculos na ponta do nariz, parecia um Pai Natal, e tinha uma cara tão agradável como ele! O Curly desempenha um papel muito importante para os velejadores em Savusavu. Tem uma emissão diária  em VHF, às 0800 da manhã, que começa com: "Goooood Mooooorning, Savusavu!" E da a informação meteorológica, seguida de várias informações locais e anúncios de restaurantes e lojas, e se coloca à disposição para responder a perguntas dos ouvintes para ajudar a resolver problemas dos barcos. Além dessa funções, tem ainda algumas bóias que aluga, vende cartas com waypoints marcados para se navegar nas Fiji, dá conselhos sobre os melhores trajectos e ancoradouros, e faz amostras para a pesca, que são absolutamente garantidas, desde que... se ponham na água!... É um neozelandês que vive em Fiji há mais de 40 anos, que durante muitos anos fez transporte de veleiros, 60% das vezes em solitário! actividade que deixou "por já estar velho demais para isso".
Fomos falar com ele e comprar as cartas para o trajecto que nos interessava, e comprámos 2 amostras para pesca.
Savusavu é uma cidade construída essencialmente à volta de uma rua principal, com casas um tanto degradadas, mas com muito colorido, cheias de anúncios a explicarem que tipo de actividade comercial tem cada uma, e muito movimento. A população é constituída por sobretudo por nativos Melanesios e indianos, bastantes chineses, neozelandeses e outros descendentes de europeus.
Tem um mercado muitíssimo bem fornecido com grande variedade e quantidade de frutas e legumes. Aí comprámos também um feixe de raízes de cava, já preparado para ser oferecido com uma fita de embrulho colorida.
Os supermercados também estão bem fornecidos, e é fácil encontrar quase tudo, desde que não se procurem coisas sofisticadas.
O World Cruising Club propôs que se organizasse um movimento de ajuda ao povo de Vanuatu que este ano sofreu um ciclone que causou muitos estragos. O WCC deu uma ajuda em dinheiro importante e cada barco contribui com o que decidir. A responsável por organizar as coisas foi a Christiane (A Plus 2), e Savusavu foi o local escolhido. Depois de reunir as senhoras dos vários barcos, decidiu-se em que gastar o dinheiro da WCC (colchões, tendas, cobertores, ferramentas várias, etc) e como pediam panelas grandes, tamanho 36 de preferência, entre outras coisas, resolveu-se que cada barco comprava um panelão desses e o enchei como entendesse com os artigos sugeridos numa longa lista. Conclusão: esgotaram-se os panelões 36 em Savusavu, além de terem sofrido uma inflação súbita de mais de 50% quando a população se apercebeu que de repente vários barcos os procuravam. Lá conseguimos encontrar um panelão, que enchemos com pratos, tigelas, copos, talheres, e algumas roupas. A dificuldade foi encaixá-lo no barco!...

SÁBADO, 13 DE JUNHO DE 2015

Bavatu - Aldeia de Daliconi

Novamente a longa fila indiana de barcos se deslocou nesta manhã da enseada abrigada e acolhedora de Bavatu, para um novo destino. Rodeámos a Ilha de Vanubalavu pelo norte, dirigindo-nos à costa oeste, onde ficava a "Bay of the Islands". A razão de ser deste nome só se conseguiu compreender quando lá chegámos: trata-se de uma baía extensa semeada de montes de pequenas ilhotas, como cogumelos, porque têm uma base calcária, redonda na maior parte delas, com a base mais desgastada pela erosão, e coberta por um grande tufo de vegetação. A fila de barcos foi descrevendo sss, numa gincana entre ilhas, e só possível por quem conhecesse o caminho, pois com o grau de (pouca) precisão das cartas não era possível. Foi um passeio inesquecível, de uma grande beleza.












Chegámos ao destino ao fim da manhã, almoçámos a bordo, e fomos para terra, onde nos esperavam os habitantes da aldeia de Daliconi, para as boas vindas, e a "feast" - uma festa preparada pelos nativos, com comida típica feita por eles, canções e danças. Fomos de boleia com o Jean do A Plus 2, que foi depois com o Luís buscar mais tripulantes de outro barco. Assim, ficámos em terra o Rui, a Christiane e eu. Entrámos na aldeia, onde estava preparada uma zona com cadeiras debaixo de um grande toldo para se assistir ao espectáculo, ao lado de uma mesa já com algumas "iguarias". Sentámos-nos para nos abrigarmos da chuva que começara a cair e eu fui literalmente adoptada pelas crianças!... Vieram ter connosco, e fomo-nos apresentando mutuamente. Eram crianças entre os 5 e 7 anos, três meninas e dois rapazes. Duas delas deram-me a mão e andaram a mostrar-me a aldeia, com os outros atrás. Foi muito engraçado!









 

Os habitantes da aldeia juntaram-se na praia para receberem os convidados para o festim, com música e canções.
começámos por beber água dos côcos. seguiram-se as danças e cânticos, e finalmente serviram-nos um "banquete" de comida local, que incluia um porco assado.
A Festa estendeu-se por um longo período, até depois de anoitecer e foi muito agradável, apesar da chuva miudinha que caiu intermitentemente.