Sexta-feira passámos a manhã na Baía próxima da ilha de Tapana, onde fica o restaurante "La Paella".
Almoçámos a bordo do "A Plus 2", ainda na mesma baia, nós levámos o cuscuz e eles fizeram a salada.
Depois levantámos ferro e fomos para outra zona destas ilhas, ainda mais bonita, uma baía chamada Port Maurelle. Aí encontrámos fundeados o "Aretha" e o "Juno". Combinou-se uma "Happy Hour" na praia, e lá fomos todos para terra, para a bebida do por do sol e o convívio com os outros dois barcos. O Andrew do Juno resolveu acender uma fogueira, o que fez as delícias das três crianças do "Aretha". Um sucesso!
O jantar foi a bordo do Allegro, com o Jean e Christiane. O Rui fez um "spaghetti "à bolonhesa, eu fiz a mousse, e bebeu-se, desta vez, vinho português, um douro que estava muito bom.
O Sábado de manhã, o Luís e eu demos uma longa volta de dinghy. A ideia era pescar o jantar, mas só demos banho à amostra. Decididamente, o peixe não quer nada connosco, nem no Allegro, nem no dinghy. Consolou-nos desta vez o facto de nenhum dos dinghies ter pescado nada... Aproveitámos para ir até à praia, caminhar um bocado e tomar um banho.
O almoço foi a bordo. À tarde, o Rui resolveu ir com o Jean e o Andrew ver uma gruta -"Marine's Cave", e nós ficámos a bordo. Voltaram passado um bom bocado; o Rui tinha esmurrado a cabeça.... Naquela gruta era necessário mergulhar e nadar debaixo de água cerca de 4 metros até se atingir o interior da gruta. O Rui mergulhou, mas depois foi subindo para a superfície, e quando a atingiu ainda tinham passado os 4 metros... Felizmente, foi apenas uma escoriação ligeira.
Jantámos cedo, a bordo, porque fôramos convidados para um serão no "Aretha": "meninos" a jogar poker no poço, e "meninas" a ver um filme no salão. As crianças era suposto irem dormir cedo, mas estavam tão contentes e excitadas com os convidados a bordo, que só a Willow adormeceu. Entretanto, o Makena chegara também a Port Maurelle, e o Luc, a Sara e o Kai (de 15 meses) juntaram-se ao serão. Foi uma noite divertida e diferente!
terça-feira, 16 de junho de 2015
QUINTA-FEIRA, 4 DE JUNHO DE 2015
Na quinta-feira, dia 4 de Junho, saímos da Baía de Neiafu para visitarmos as ilhas aqui à volta, muitas delas não habitadas, e outras com muito poucos habitantes. São ilhas cobertas de vegetação, algumas rochosas, calcárias, com grutas mais ou menos extensas, outras com praias de areia fina e branca, muito bonitas.
Fomos na companhia do "A Plus 2". No primeiro dia dirigimo-nos a uma enseada (Tapana) com meia dúzia de pequenos veleiros, bóias livres (muito prático, evitam o fundear...) e um estranho barco, mais como uma pequena casa flutuante, com as paredes pintadas de azul claro, ramos de folhas verdes e a designação: "Ark Gallery". Fomos visitar. Era o local onde se pagava pela bóia que utilizáramos e a lojinha onde uma "artista" vendia pequenos quadros pintados por ela e alguns objectos feitos de osso por artistas tongans.
Na ilha do outro lado da enseada, sabíamos que havia um restaurante, e já tínhamos avisado que riríamos jantar. Um restaurante, adivinhem, espanhol!... A dona, Maria, uma valenciana, começou por ir trabalhar para Tahiti há muitos anos, e acabou por estabelecer-se numa ilha do Tonga há 28 anos! O marido, o Eduardo, é um basco artista.
O restaurante, chamado "La Paella" é uma construção de madeira, com uma varanda com uma bela vista para o mar, onde ela nos serviu o que ela chamou tapas, mas que, na realidade, eram muito mais que vulgares tapas, confeccionadas e apresentadas com requinte! Claro que não faltava o gaspacho, um mini-gaspacho muito saboroso; a tortilha espanhola; os croquetes; e várias outras "tapas" mais fora do vulgar, deliciosas. Seguiu-se a paella, não podia deixar de ser dado o nome do restaurante e o facto da dona ser valenciana; estava boa, mas não à altura das tapas. E finalmente um gelado de manga caseiro para sobremesa, também muito bom.
Quando pensávamos que tudo tinha acabado, começou a parte artística! O Eduardo começou a tocar guitarra e a cantar "A garota de Ipanema" em espanhol... Seguiram-se algumas canções em espanhol, e depois um "blue" cantado, e tocado na guitarra e numa harmónica suspensa na cabeça dele, fantástico!
Foi uma noite diferente, que nos fez sentir mais perto de casa!...
Fomos na companhia do "A Plus 2". No primeiro dia dirigimo-nos a uma enseada (Tapana) com meia dúzia de pequenos veleiros, bóias livres (muito prático, evitam o fundear...) e um estranho barco, mais como uma pequena casa flutuante, com as paredes pintadas de azul claro, ramos de folhas verdes e a designação: "Ark Gallery". Fomos visitar. Era o local onde se pagava pela bóia que utilizáramos e a lojinha onde uma "artista" vendia pequenos quadros pintados por ela e alguns objectos feitos de osso por artistas tongans.
Na ilha do outro lado da enseada, sabíamos que havia um restaurante, e já tínhamos avisado que riríamos jantar. Um restaurante, adivinhem, espanhol!... A dona, Maria, uma valenciana, começou por ir trabalhar para Tahiti há muitos anos, e acabou por estabelecer-se numa ilha do Tonga há 28 anos! O marido, o Eduardo, é um basco artista.
O restaurante, chamado "La Paella" é uma construção de madeira, com uma varanda com uma bela vista para o mar, onde ela nos serviu o que ela chamou tapas, mas que, na realidade, eram muito mais que vulgares tapas, confeccionadas e apresentadas com requinte! Claro que não faltava o gaspacho, um mini-gaspacho muito saboroso; a tortilha espanhola; os croquetes; e várias outras "tapas" mais fora do vulgar, deliciosas. Seguiu-se a paella, não podia deixar de ser dado o nome do restaurante e o facto da dona ser valenciana; estava boa, mas não à altura das tapas. E finalmente um gelado de manga caseiro para sobremesa, também muito bom.
Quando pensávamos que tudo tinha acabado, começou a parte artística! O Eduardo começou a tocar guitarra e a cantar "A garota de Ipanema" em espanhol... Seguiram-se algumas canções em espanhol, e depois um "blue" cantado, e tocado na guitarra e numa harmónica suspensa na cabeça dele, fantástico!
Foi uma noite diferente, que nos fez sentir mais perto de casa!...
QUARTA-FEIRA, 3 DE JUNHO DE 2015
Passámos esta semana de forma muito agradável, uns dias ainda aqui em Neiafu, para podermos abastecer, usar wifi, conviver...
Tivemos o jantar da entrega dos prêmios da ultima etapa, uma etapa múltipla, em que só cerca de cinco barcos cumpriram o percurso completo, pois a maioria decidiu ir para Bora Bora, e alguns foram atrasados por avarias várias.
O jantar decorreu no Mango Cafe, com os discursos habituais por parte das autoridades locais, desta vez um representante do turismo de Neiafu, e da organização da World ARC. Seguiram-se os prémios "reais" e depois os" Fun Prizes". E desta vez, surpresa, tivemos direito a um prémio: fomos o barco cuja previsão do tempo total desta perna mais se aproximou da realidade!
Seguiu-se um jantar tipo buffet, com os pratos característicos desta terra, e, depois as danças típicas, executadas por adolescentes. Foi interessante e, sobretudo, foi o mote para que todas as tripulações se pusessem a dançar, tal como todas as empregadas de mesa e até o cozinheiro e seus ajudantes deram um "pulinho" de dança!...
Na quarta-feira, 3 de Junho, fomos visitar o Jardim Botânico, uma visita interessante, onde nos foram mostradas os vários tipos de produção local ligada à agronomia: o modo como utilizam as fibras da casca das árvores para tecerem aquela espécie de aventais e os leques, que fazem parte da indumentária dos tongans; as folhas de coqueiro para fabricarem esteiras que podem servir como cobertura dos telhados, portas ou janelas das casas, para fabrico de cestos, etc; os cocos, utilizados quer para bebida (água de coco), alimento (a polpa), quer usando a casca para extraírem a copra, e as fibras da casca para fazerem cordas, cintos, etc. Mostraram-nos o modo como cultivam a baunilha e como preparam a essência de baunilha; a utilização dos "nonis", um fruto com o qual preparam uma espécie de xarope, de cheiro e sabor horríveis, mas com propriedades infindáveis e supostamente boas ppara revenir quase qualquer maleita, se ingerido regularmente em pequenas quantidades; e, finalmente, a raiz com a qual preparam a cava, a bebida que utilizam nos cerimoniais deles, e que tem efeitos sedativos.
Depois da visita, seguiu-se um almoço num restaurante na praia de Enaiu, onde nos serviram um buffet de comida típica, muito agradável e onde assistimos novamente às danças típicas, executadas mais uma vez por crianças e adolescentes.
No regresso do almoço, ainda fomos rapidamente comprar alguns mantimentos, e a seguir tivemos o "skipper's briefing". Neste juntou-se à reunião o organizador de um grupo de cruzeiro, o ICA, com sede na Nova Zelandia. O grupo é constituído por cerca de 25 barcos, que navegarão juntamente com os do Rally da World ARC entre Tonga e Fiji.
Amanhã vamos dar uma volta pelas ilhas aqui à volta de Vava'u, juntamente com o "A Plus 2".
Tivemos o jantar da entrega dos prêmios da ultima etapa, uma etapa múltipla, em que só cerca de cinco barcos cumpriram o percurso completo, pois a maioria decidiu ir para Bora Bora, e alguns foram atrasados por avarias várias.
O jantar decorreu no Mango Cafe, com os discursos habituais por parte das autoridades locais, desta vez um representante do turismo de Neiafu, e da organização da World ARC. Seguiram-se os prémios "reais" e depois os" Fun Prizes". E desta vez, surpresa, tivemos direito a um prémio: fomos o barco cuja previsão do tempo total desta perna mais se aproximou da realidade!
Seguiu-se um jantar tipo buffet, com os pratos característicos desta terra, e, depois as danças típicas, executadas por adolescentes. Foi interessante e, sobretudo, foi o mote para que todas as tripulações se pusessem a dançar, tal como todas as empregadas de mesa e até o cozinheiro e seus ajudantes deram um "pulinho" de dança!...
Na quarta-feira, 3 de Junho, fomos visitar o Jardim Botânico, uma visita interessante, onde nos foram mostradas os vários tipos de produção local ligada à agronomia: o modo como utilizam as fibras da casca das árvores para tecerem aquela espécie de aventais e os leques, que fazem parte da indumentária dos tongans; as folhas de coqueiro para fabricarem esteiras que podem servir como cobertura dos telhados, portas ou janelas das casas, para fabrico de cestos, etc; os cocos, utilizados quer para bebida (água de coco), alimento (a polpa), quer usando a casca para extraírem a copra, e as fibras da casca para fazerem cordas, cintos, etc. Mostraram-nos o modo como cultivam a baunilha e como preparam a essência de baunilha; a utilização dos "nonis", um fruto com o qual preparam uma espécie de xarope, de cheiro e sabor horríveis, mas com propriedades infindáveis e supostamente boas ppara revenir quase qualquer maleita, se ingerido regularmente em pequenas quantidades; e, finalmente, a raiz com a qual preparam a cava, a bebida que utilizam nos cerimoniais deles, e que tem efeitos sedativos.
Depois da visita, seguiu-se um almoço num restaurante na praia de Enaiu, onde nos serviram um buffet de comida típica, muito agradável e onde assistimos novamente às danças típicas, executadas mais uma vez por crianças e adolescentes.
No regresso do almoço, ainda fomos rapidamente comprar alguns mantimentos, e a seguir tivemos o "skipper's briefing". Neste juntou-se à reunião o organizador de um grupo de cruzeiro, o ICA, com sede na Nova Zelandia. O grupo é constituído por cerca de 25 barcos, que navegarão juntamente com os do Rally da World ARC entre Tonga e Fiji.
Amanhã vamos dar uma volta pelas ilhas aqui à volta de Vava'u, juntamente com o "A Plus 2".
DOMINGO, 31 DE MAIO DE 2015
O jantar correu muito bem, foi um serão bem passado, e os "Moelleux au Chocolat" estavam uma delícia!
Hoje, Domingo, resolvemos ir assistir a uma missa. Há muito por onde escolher, pois eles seguem múltiplas igrejas, protestante, anglicana, luterana, santos dos últimos dias, mormons, católica, etc.
Fomos assistir à missa católica, mesmo aqui ao lado do local onde estamos fundeados. Todos se arranjam especialmente para a ida à missa, com os trajes tradicionais. Os homens com saias compridas até à canela, camisa e, à volta da cintura, uma faixa larga e bastante comprida de ráfia entretecida. Elas, de vestidos coloridos, de tecido geralmente brilhante (cetim), algumas com o mesmo tipo de faixa, e outras com uma espécie de cinto com longas tiras penduradas a toda a volta da saia. Muitos leques, também em palhinha, usados tanto por mulheres como por homens, e as crianças também todas aperaltadas, um espectáculo de cor e variedade. A música, cantada por todos, nalguns trechos por homens alternando com as mulheres, noutros todos em conjunto, num conjunto bem afinado, fazendo lembrar por vezes uma ópera, mas sempre um coro bem ensaiado.
A saída da missa foi um espectáculo, porque se lá dentro não se podiam tirar fotografias, cá fora a maioria gostava de ser fotografada, incluindo o padre! Foi muito instrutivo para vermos os fatos domingueiros e o relacionamento entre eles.
Temos constatados que os tongans não são tão afáveis, nem tão amáveis como os Polinésios, e nota-se neles uma maior agressividade também.
A boa notícia do dia é que já está resolvido o diferendo com as autoridades locais relativamente à eventual multa. Resolveu-se com a velha maneira tradicional, típica dos países pequenos e pobres, depois de uma reunião entre o Andrew Bishop e o oficial da alfândega.
Almoçámos no Mango Cafe, e passámos a tarde a bordo, a pôr a secar a vela, os cabos, as almofadas, etc.
No Sábado, quando estávamos aqui em terra, caiu a maior carga de água que já vimos nesta viagem. De repente desatou a chover torrencialmente, mas em vez de durar uns minutos, manteve-se com grande intensidade durante cerca de 3 horas. Felizmente estávamos no Mango Cafe, pelo que pudemos assistir ao espectáculo sem nos molharmos.
Hoje, Domingo, resolvemos ir assistir a uma missa. Há muito por onde escolher, pois eles seguem múltiplas igrejas, protestante, anglicana, luterana, santos dos últimos dias, mormons, católica, etc.
Fomos assistir à missa católica, mesmo aqui ao lado do local onde estamos fundeados. Todos se arranjam especialmente para a ida à missa, com os trajes tradicionais. Os homens com saias compridas até à canela, camisa e, à volta da cintura, uma faixa larga e bastante comprida de ráfia entretecida. Elas, de vestidos coloridos, de tecido geralmente brilhante (cetim), algumas com o mesmo tipo de faixa, e outras com uma espécie de cinto com longas tiras penduradas a toda a volta da saia. Muitos leques, também em palhinha, usados tanto por mulheres como por homens, e as crianças também todas aperaltadas, um espectáculo de cor e variedade. A música, cantada por todos, nalguns trechos por homens alternando com as mulheres, noutros todos em conjunto, num conjunto bem afinado, fazendo lembrar por vezes uma ópera, mas sempre um coro bem ensaiado.
A saída da missa foi um espectáculo, porque se lá dentro não se podiam tirar fotografias, cá fora a maioria gostava de ser fotografada, incluindo o padre! Foi muito instrutivo para vermos os fatos domingueiros e o relacionamento entre eles.
Temos constatados que os tongans não são tão afáveis, nem tão amáveis como os Polinésios, e nota-se neles uma maior agressividade também.
A boa notícia do dia é que já está resolvido o diferendo com as autoridades locais relativamente à eventual multa. Resolveu-se com a velha maneira tradicional, típica dos países pequenos e pobres, depois de uma reunião entre o Andrew Bishop e o oficial da alfândega.
Almoçámos no Mango Cafe, e passámos a tarde a bordo, a pôr a secar a vela, os cabos, as almofadas, etc.
No Sábado, quando estávamos aqui em terra, caiu a maior carga de água que já vimos nesta viagem. De repente desatou a chover torrencialmente, mas em vez de durar uns minutos, manteve-se com grande intensidade durante cerca de 3 horas. Felizmente estávamos no Mango Cafe, pelo que pudemos assistir ao espectáculo sem nos molharmos.
sábado, 30 de maio de 2015
QUARTA-FEIRA, 27, ISTO É, QUINTA-FEIRA, 28 DE MAIO DE 2015 A SÁBADO, 30 DE MAIO DE 2015
VAVA'U -REINO DO TONGA
Navegávamos a caminho das ilhas do Reino do Tonga na quarta-feira, dia 27 de Maio, quando, subitamente e algures ,cruzámos a Linha Internacional de Data e nos encontrámos na quinta-feira, dia 28 de Maio de 2015! Enquanto que minutos antes estávamos atrasados 11 horas em relação a Portugal, de repente ficámos adiantados 12 horas (UTC+13).
A Linha internacional de Data é uma linha imaginária, convencionada em 1884, que corresponde ao meridiano dos 180 graus, altura em que quem cruza de leste para oeste adianta um dia e o oposto acontece a quem cruza em sentido oposto. Não é uma linha recta, para evitar que um mesmo país tenha duas horas diferentes, e assim, as indentações dessa linha englobam num mesmo lado todo o território dos países vizinhos dela.
A chegada a Vava'u é muito bonita, vamos avançando pelo meio de uma costa coberta de vegetação, com numerosas pequenas ilhas pelo caminho, num trajecto sinuoso que só nos deixa ver a vila e todos os barcos nela fundeados, quando já estamos quase em cima deles. Muito bonito!
Mal chegámos, o Jean (A Plus 2) foi-nos buscar ao barco e "aterrámos" no Mango Cafe, à beira da água, com um bom cais para dinghys, no meio da festa de aniversário dos 60 anos da Svanfridur, mulher do Christopher, do iate Hugur, de nacionalidade islandesa. Muito simpática, tinha mandado preparar umas bebidas , aperitivos e um bolo de anos para todos os tripulantes dos vários barcos da frota. Foram uns momentos bem passados, e acabámos a jantar "Fish Curry" e gelado de baunilha com chocolate quente ainda no Mango Cafe.
Finalmente fomos descansar, pois ainda não recuperáramos das noites passadas a fazer leme à mão!...
No dia 29, pelas nove, conforme nos tinham dito, fomos com o Allegro ao pontão da vila para fazermos o checkin com as autoridades. Zangaram-se connosco porque não tínhamos feito o checkin na véspera, alegando que estavam à nossa espera. Tínhamos falado com o "Rally Control" e não nos tinham dito que eles nos esperavam. Antes pelo contrário, disseram-nos que podíamos vir a terra, quando, na realidade, tal não era legal. Levantou-se uma confusão, e disseram-nos que havia uma multa a pagar, e que nós decidíssemos com a organização que nos dera informações incorrectas, quem a pagava. Enfim... muito desagradável, e até hoje ainda não está resolvido, depois de já terem falado duas vezes com o Andrew Bishop, ainda não se definiu como ficam as coisas... Nós temos sido sempre muito cuidadosos para não arranjarmos melindres desta natureza mas, desta vez, vimo-nos envolvidos numa pequena embrulhada. A ver se se resolve finalmente.
Almoço a bordo. Tarde na internet. Happy hour e jantar no "Aquarium Cafe", mesmo ao lado do "Mango Cafe", com quatro músicos a tocarem guitarra e a cantarem, sentados no chão, com um alguidar de "cava" à frente deles, do qual iam bebendo durante toda a noite. A "cava" é uma raiz de uma planta, que é esmagada e feita em polpa e depois misturada com água, tendo efeitos sedativos, e simultaneamente estimulantes, supostamente sem alterar um estado de consciência alerta dos utilizadores. Eles tocaram pela noite fora, aparentemente sem se cansarem, e o efeito sedativo só se fez sentir nos ouvintes que finalmente foram saindo para se meterem nos dinghys e irem descansar!
Hoje, dia 30, ida de manhã a terra, buscar a roupa que deixáramos para lavar na véspera, tentar mandar encher as botijas de gás, mas hoje não estava aberto, e passar a manhã na internet. Afinal, o Luís constatou que um parafuso da escada do barco estava partido, e o Luís passou grande parte da manhã a tentar arranjar outro e a substitui-lo, primeiro sozinho e depois com a ajuda do Rui. Mas ficou arranjado!
Eu aproveitei não ser precisa, e fui com a Marian e o Peter do "Exody" ver o mercado local, comprar legumes e fruta (pouca variedade) e ainda ver o local onde imprimem as "Tonga dirt T-shirts", assim chamadas porque serão feitas com desperdícios vários, depois mergulhadas em água salgada, e, finalmente, impressas com desenhos vários. É um "must" aqui de Vava'u!... Segunda-feira iremos encomendar uma para cada um!
E depois de uma tarde toda dedicada à internet, iremos jantar a bordo do "A Plus 2", levando ingredientes para tortilhas que o Rui cozinhará, e o Jean escolherá o vinho e fará "moelleux de chocolat" para sobremesa! Promete!...
Navegávamos a caminho das ilhas do Reino do Tonga na quarta-feira, dia 27 de Maio, quando, subitamente e algures ,cruzámos a Linha Internacional de Data e nos encontrámos na quinta-feira, dia 28 de Maio de 2015! Enquanto que minutos antes estávamos atrasados 11 horas em relação a Portugal, de repente ficámos adiantados 12 horas (UTC+13).
A Linha internacional de Data é uma linha imaginária, convencionada em 1884, que corresponde ao meridiano dos 180 graus, altura em que quem cruza de leste para oeste adianta um dia e o oposto acontece a quem cruza em sentido oposto. Não é uma linha recta, para evitar que um mesmo país tenha duas horas diferentes, e assim, as indentações dessa linha englobam num mesmo lado todo o território dos países vizinhos dela.
A chegada a Vava'u é muito bonita, vamos avançando pelo meio de uma costa coberta de vegetação, com numerosas pequenas ilhas pelo caminho, num trajecto sinuoso que só nos deixa ver a vila e todos os barcos nela fundeados, quando já estamos quase em cima deles. Muito bonito!
Mal chegámos, o Jean (A Plus 2) foi-nos buscar ao barco e "aterrámos" no Mango Cafe, à beira da água, com um bom cais para dinghys, no meio da festa de aniversário dos 60 anos da Svanfridur, mulher do Christopher, do iate Hugur, de nacionalidade islandesa. Muito simpática, tinha mandado preparar umas bebidas , aperitivos e um bolo de anos para todos os tripulantes dos vários barcos da frota. Foram uns momentos bem passados, e acabámos a jantar "Fish Curry" e gelado de baunilha com chocolate quente ainda no Mango Cafe.
Finalmente fomos descansar, pois ainda não recuperáramos das noites passadas a fazer leme à mão!...
No dia 29, pelas nove, conforme nos tinham dito, fomos com o Allegro ao pontão da vila para fazermos o checkin com as autoridades. Zangaram-se connosco porque não tínhamos feito o checkin na véspera, alegando que estavam à nossa espera. Tínhamos falado com o "Rally Control" e não nos tinham dito que eles nos esperavam. Antes pelo contrário, disseram-nos que podíamos vir a terra, quando, na realidade, tal não era legal. Levantou-se uma confusão, e disseram-nos que havia uma multa a pagar, e que nós decidíssemos com a organização que nos dera informações incorrectas, quem a pagava. Enfim... muito desagradável, e até hoje ainda não está resolvido, depois de já terem falado duas vezes com o Andrew Bishop, ainda não se definiu como ficam as coisas... Nós temos sido sempre muito cuidadosos para não arranjarmos melindres desta natureza mas, desta vez, vimo-nos envolvidos numa pequena embrulhada. A ver se se resolve finalmente.
Almoço a bordo. Tarde na internet. Happy hour e jantar no "Aquarium Cafe", mesmo ao lado do "Mango Cafe", com quatro músicos a tocarem guitarra e a cantarem, sentados no chão, com um alguidar de "cava" à frente deles, do qual iam bebendo durante toda a noite. A "cava" é uma raiz de uma planta, que é esmagada e feita em polpa e depois misturada com água, tendo efeitos sedativos, e simultaneamente estimulantes, supostamente sem alterar um estado de consciência alerta dos utilizadores. Eles tocaram pela noite fora, aparentemente sem se cansarem, e o efeito sedativo só se fez sentir nos ouvintes que finalmente foram saindo para se meterem nos dinghys e irem descansar!
Hoje, dia 30, ida de manhã a terra, buscar a roupa que deixáramos para lavar na véspera, tentar mandar encher as botijas de gás, mas hoje não estava aberto, e passar a manhã na internet. Afinal, o Luís constatou que um parafuso da escada do barco estava partido, e o Luís passou grande parte da manhã a tentar arranjar outro e a substitui-lo, primeiro sozinho e depois com a ajuda do Rui. Mas ficou arranjado!
Eu aproveitei não ser precisa, e fui com a Marian e o Peter do "Exody" ver o mercado local, comprar legumes e fruta (pouca variedade) e ainda ver o local onde imprimem as "Tonga dirt T-shirts", assim chamadas porque serão feitas com desperdícios vários, depois mergulhadas em água salgada, e, finalmente, impressas com desenhos vários. É um "must" aqui de Vava'u!... Segunda-feira iremos encomendar uma para cada um!
E depois de uma tarde toda dedicada à internet, iremos jantar a bordo do "A Plus 2", levando ingredientes para tortilhas que o Rui cozinhará, e o Jean escolherá o vinho e fará "moelleux de chocolat" para sobremesa! Promete!...
sexta-feira, 29 de maio de 2015
QUARTA-FEIRA, 13 DE MAIO A SEGUNDA-FEIRA, 25 DE MAIO DE 2015
Quarta-Feira, 13 de Maio de 2015
Largada de Bora Bora às 0715, rumo a Niue. 1050 milhas a percorrer.
Desistimos de ir a Suwarrow - não há vento nem se prevê que venha a haver durante mais 2 dias.
Continuamos, portanto, a motor.
A largada para esta perna fora 3 dias antes em Uturoa (Raiatea) e já nessa altura a frota se dividiu em dois: um grupo de 6 barcos que se manteve a caminho de Suwarrow e outro com os restantes barcos que foram para Bora Bora esperar pelo vento.
Em relação ao rumo a tomar, a existência de dois centros de baixas pressões que se estão a formar, começa a haver dúvidas e algum debate.
Quinta-feira, 14 de Maio de 2015
Alterámos o rumo mais para Norte, em direcção a Suwarrow, por se prever um agravamento do tempo, mais intenso na rota para Niue.
Continuamos a motor do 2º para o 3º dia, começando o consumo de diesel a ser significativo.
Sexta-feira, 15 de Maio de 2015
A informação meteorológica continua a ser incompleta, tendo sido clarificada com um e-mail do Rui Soares.
O “Exocet Strike” que parece ser o barco meteorologicamente mais bem informado, aconselha e mantém rumo para Norte.
Pelo meio do dia começa finalmente a haver vento - 12 a 14 nós de SE - o que nos permitiu desligar o motor.
A pressão atmosférica mantém-se em 1012, mas o mar começa a estar mais agitado e desconfortável.
Sábado, 16 de Maio de 2015
Devido ao agravamento do tempo, optámos por nos dirigirmos, com mais outros 3 barcos, para W, para só mais tarde tomarmos o rumo para Niue (SW).
Pouco depois de amanhecer, a pressão atmosférica desceu rapidamente para 1008, e no princípio da noite o vento subiu para os 16 nós, agora vindo de NE. Sabíamos que no dia seguinte ia chegar o mau tempo.
Domingo, 17 de Maio de 2015
Esperávamos a todo o momento o agravamento das condições atmosféricas, que surgiu pelas 0800, com vento persistentemente superior a 20 nós, e pontas de 28-30 nós, vindo de N.
A pressão atmosférica continuou a baixar rapidamente (1001), com avisos frequentes do “Meteograph”.
A partir das 1500, o vento, de NW agora, subiu ainda mais, tendo atingido, entre as 1630 e as 1830, velocidades persistentemente superiores a 30 nós, com picos de 35-40 nós, tendo ficado registado um máximo de 43 nós.
A partir das 1900, a situação inverteu-se depois de uma enorme chuvada ( e de alguma trovoada), que durou mais de uma hora. Durante esta fase, o vento foi rondando, como é costume, de N para NW, depois para W, e finalmente para SW, durante a madrugada.
Segunda-feira, 18 de Maio de 2015
O vento continuou a rondar de SW para S e finalmente para SE, e assim se tem mantido, com intensidade de 10-15 nós.
A passagem desta depressão, sem estragos maiores durante a sua fase mais intensa, vai deixar uma recordação clara da força que o mar e o vento podem ter e do bom comportamento do barco.
Mais uma vez verificámos o excepcional desempenho do “Hydrovane”, que desta vez teve que ser apoiado manualmente porque não conseguimos imobilizar completamente a roda do leme. Durante a fase mais intensa, cada um de nós fez uma hora de leme em rotação, deixando o barco ir sendo levado com o tempo. O gráfico da nossa deslocação nesta fase traça um semicírculo que ilustra bem de que forma o vento foi rondando…
Posteriormente foi necessário reposicionar o casquilho superior que fixa o “Hydrovane” aos suportes no casco, para o que foi preciso parar o barco (arrear as velas).
Terça-feira, 19 de Maio de 2015
Hoje, ao percorrer o convés, verificámos que o ferro, com o impacto do mar, se tinha deslocado no seu suporte, e ficado mal fixado. Foi corrigido o problema.
Estamos na fase que antecede o desaparecimento completo da instabilidade provocada pela depressão. Mesmo assim o céu tem estado cinzento durante todo o dia e por vezes choveu um pouco.
A caminho de Niue, onde contamos chegar dentro de 5 dias, aguardamos a chegada do sol e do céu azul.
Quarta-feira, 20 de Maio de 2015
Vento mais forte durante a noite, com chuvadas devidas a múltiplos squalls.
O parafuso que devia fixar a roda do leme está moído, e acabámos por fazer toda a noite leme à mão, para apoiar o piloto de vento. Ficámos bastante cansados. Em compensação, o barco andou muito bem.
Quinta-feira, 21 de Maio de 2015.
Utilizou-se o gerador Honda portátil para carregar as baterias.
Sexta-feira, 22 de Maio de 2015
Vento foi diminuindo e acabámos por ter de ligar o motor.
Fez-se água, ligando o inversor para dar energia para o desalinizador.
Sábado, 23 de Maio de 2015
Chegada a Niue!
Avistámos a Ilha de Niue antes do almoço - é uma ilha plana, sem elevações, parece um bocado grande de musgo a boiar no meio do Pacífico...
Amarrámos a uma bóia, na Baía de Alofi, a capital da Ilha. Tivemos uma recepção muito calorosa dos outros barcos à nossa chegada: buzinas, apitos, acenos! O Paul do Juno levou-nos a terra para as formalidades - feitas numa carrinha estacionada no cais.
O desembarque em terra é muito original. Os tripulantes do dinghy saem na escada do pontão e o dinghy é içado para terra com um guindaste!
Desistimos de ir a Suwarrow - não há vento nem se prevê que venha a haver durante mais 2 dias.
Continuamos, portanto, a motor.
A largada para esta perna fora 3 dias antes em Uturoa (Raiatea) e já nessa altura a frota se dividiu em dois: um grupo de 6 barcos que se manteve a caminho de Suwarrow e outro com os restantes barcos que foram para Bora Bora esperar pelo vento.
Em relação ao rumo a tomar, a existência de dois centros de baixas pressões que se estão a formar, começa a haver dúvidas e algum debate.
Quinta-feira, 14 de Maio de 2015
Alterámos o rumo mais para Norte, em direcção a Suwarrow, por se prever um agravamento do tempo, mais intenso na rota para Niue.
Continuamos a motor do 2º para o 3º dia, começando o consumo de diesel a ser significativo.
Sexta-feira, 15 de Maio de 2015
A informação meteorológica continua a ser incompleta, tendo sido clarificada com um e-mail do Rui Soares.
O “Exocet Strike” que parece ser o barco meteorologicamente mais bem informado, aconselha e mantém rumo para Norte.
Pelo meio do dia começa finalmente a haver vento - 12 a 14 nós de SE - o que nos permitiu desligar o motor.
A pressão atmosférica mantém-se em 1012, mas o mar começa a estar mais agitado e desconfortável.
Sábado, 16 de Maio de 2015
Devido ao agravamento do tempo, optámos por nos dirigirmos, com mais outros 3 barcos, para W, para só mais tarde tomarmos o rumo para Niue (SW).
Pouco depois de amanhecer, a pressão atmosférica desceu rapidamente para 1008, e no princípio da noite o vento subiu para os 16 nós, agora vindo de NE. Sabíamos que no dia seguinte ia chegar o mau tempo.
Domingo, 17 de Maio de 2015
Esperávamos a todo o momento o agravamento das condições atmosféricas, que surgiu pelas 0800, com vento persistentemente superior a 20 nós, e pontas de 28-30 nós, vindo de N.
A pressão atmosférica continuou a baixar rapidamente (1001), com avisos frequentes do “Meteograph”.
A partir das 1500, o vento, de NW agora, subiu ainda mais, tendo atingido, entre as 1630 e as 1830, velocidades persistentemente superiores a 30 nós, com picos de 35-40 nós, tendo ficado registado um máximo de 43 nós.
A partir das 1900, a situação inverteu-se depois de uma enorme chuvada ( e de alguma trovoada), que durou mais de uma hora. Durante esta fase, o vento foi rondando, como é costume, de N para NW, depois para W, e finalmente para SW, durante a madrugada.
Segunda-feira, 18 de Maio de 2015
O vento continuou a rondar de SW para S e finalmente para SE, e assim se tem mantido, com intensidade de 10-15 nós.
A passagem desta depressão, sem estragos maiores durante a sua fase mais intensa, vai deixar uma recordação clara da força que o mar e o vento podem ter e do bom comportamento do barco.
Mais uma vez verificámos o excepcional desempenho do “Hydrovane”, que desta vez teve que ser apoiado manualmente porque não conseguimos imobilizar completamente a roda do leme. Durante a fase mais intensa, cada um de nós fez uma hora de leme em rotação, deixando o barco ir sendo levado com o tempo. O gráfico da nossa deslocação nesta fase traça um semicírculo que ilustra bem de que forma o vento foi rondando…
Posteriormente foi necessário reposicionar o casquilho superior que fixa o “Hydrovane” aos suportes no casco, para o que foi preciso parar o barco (arrear as velas).
Terça-feira, 19 de Maio de 2015
Hoje, ao percorrer o convés, verificámos que o ferro, com o impacto do mar, se tinha deslocado no seu suporte, e ficado mal fixado. Foi corrigido o problema.
Estamos na fase que antecede o desaparecimento completo da instabilidade provocada pela depressão. Mesmo assim o céu tem estado cinzento durante todo o dia e por vezes choveu um pouco.
A caminho de Niue, onde contamos chegar dentro de 5 dias, aguardamos a chegada do sol e do céu azul.
Quarta-feira, 20 de Maio de 2015
Vento mais forte durante a noite, com chuvadas devidas a múltiplos squalls.
O parafuso que devia fixar a roda do leme está moído, e acabámos por fazer toda a noite leme à mão, para apoiar o piloto de vento. Ficámos bastante cansados. Em compensação, o barco andou muito bem.
Quinta-feira, 21 de Maio de 2015.
Utilizou-se o gerador Honda portátil para carregar as baterias.
Sexta-feira, 22 de Maio de 2015
Vento foi diminuindo e acabámos por ter de ligar o motor.
Fez-se água, ligando o inversor para dar energia para o desalinizador.
Sábado, 23 de Maio de 2015
Chegada a Niue!
Avistámos a Ilha de Niue antes do almoço - é uma ilha plana, sem elevações, parece um bocado grande de musgo a boiar no meio do Pacífico...
Amarrámos a uma bóia, na Baía de Alofi, a capital da Ilha. Tivemos uma recepção muito calorosa dos outros barcos à nossa chegada: buzinas, apitos, acenos! O Paul do Juno levou-nos a terra para as formalidades - feitas numa carrinha estacionada no cais.
O desembarque em terra é muito original. Os tripulantes do dinghy saem na escada do pontão e o dinghy é içado para terra com um guindaste!
Jantar de festa em terra, com recepção dos niueianos, comida, música e danças típicas, numa noite muito animada. Tudo muito bom.
Domingo, 24 de Maio de 2015
De manhã, tour pela Ilha de Niue, com o Comodoro Keith, presidente do "Niue Yacht Club", que não tem barco, nem é velejador! E designa o Club como “The Biggest Little Yacht Club in the World”! O club não tem barcos, mas tem muitos sócios. Nós fizemo-nos também sócios do NYC!
O Comodoro Keith é uma simpatia, e no passeio pela Ilha levou-nos a ver as grutas de calcário na costa que são muito bonitas, o "blow hole point", onde o rebentar das ondas nos recifes de coral escarpados, levanta colunas de salpicos de água que são arrastadas pelo vento, passeou-nos na principal estrada da ilha, informando-nos da sua história, e também da sua geolologia que é muito partcular.
Jantámos nessa noite em Alofi.
Segunda-feira, 25 de Maio
Depois do reabastecimento de gasóleo, com a ajuda do Comodoro Keith, de frescos e de nos inscrevermos como sócios no NYC, almoçámos no "Uga Crazy Caffe" e regressámos ao Allegro.
Depois de esvaziado e arrumado o dinghy, e acondicionadas as compras, zarpámos para Tonga pelas 19.00h.
LA+MA
Domingo, 24 de Maio de 2015
De manhã, tour pela Ilha de Niue, com o Comodoro Keith, presidente do "Niue Yacht Club", que não tem barco, nem é velejador! E designa o Club como “The Biggest Little Yacht Club in the World”! O club não tem barcos, mas tem muitos sócios. Nós fizemo-nos também sócios do NYC!
O Comodoro Keith é uma simpatia, e no passeio pela Ilha levou-nos a ver as grutas de calcário na costa que são muito bonitas, o "blow hole point", onde o rebentar das ondas nos recifes de coral escarpados, levanta colunas de salpicos de água que são arrastadas pelo vento, passeou-nos na principal estrada da ilha, informando-nos da sua história, e também da sua geolologia que é muito partcular.
Jantámos nessa noite em Alofi.
Segunda-feira, 25 de Maio
Depois do reabastecimento de gasóleo, com a ajuda do Comodoro Keith, de frescos e de nos inscrevermos como sócios no NYC, almoçámos no "Uga Crazy Caffe" e regressámos ao Allegro.
Depois de esvaziado e arrumado o dinghy, e acondicionadas as compras, zarpámos para Tonga pelas 19.00h.
LA+MA
TERÇA-FEIRA, 12 DE MAIO DE 2015
BORA BORA
No Domingo, dia 10 de Maio, em Uturoa, na Ilha de Raiatea, tivemos a largada para a próxima perna, na realidade uma perna com várias etapas: Raiatea - Suwarrow - Niue - Tonga.
Vento: 3-4 nós... De modo que tivemos autorização para ligar os motores e fazer a largada a motor, ou não sairíamos dali...
Depois, houve vários destinos. Alguns barcos seguiram para Suwarrow, como estava previsto. Outros, com o pretexto de não haver vento e ser preciso esperar um pouco por ele, vieram para Bora Bora. E outros ainda, não fizeram a largada, ou porque saíram antes de Raiatea e não quiseram esperar pelo dia da largada, ou porque ficaram retidos antes por problemas ainda não resolvidos com os barcos.
Nós estamos no grupo que veio para Bora Bora. Queríamos muito conhecer esta ilha mítica, e estávamos mesmo aqui ao lado... Juntámos-nos à "revolta", não da Bounty (que aconteceu por estas bandas...), mas da World ARC!
E ainda bem! A ilha é uma maravilha. Apesar de todo o turismo que tem, e de ser um destino turístico muito procurado, ainda não conseguiram dar cabo dela. É uma ilha vulcânica elevada, toda verde, coberta de vegetação, circundada por uma lagoa que é uma maravilha de tons de azul, turquesa, verdes, de uma água transparente.
Atracamos numa bóia do Club Náutico Maikai e aqui estamos, sem vontade de sair daqui para uma "motorada" quase certa...
Ontem fizemos um "tour" de "snorkeling" em vários pontos da lagoa, e acabámos por fazer toda a volta da ilha. O lado este é ainda mais bonito que o lado oeste onde estamos ancorados. Vimos raias, corais, peixes de múltiplas cores que nós vieram comer à mão, uma Moreira que parecia domesticada, enfim, até os animais da ilha já se habituaram a exibir-se para os turistas!
E agora chegou a hora de partir, mesmo sem vento, ou não chegaremos a lado nenhum...
Amanhã de manhã largaremos de Bora Bora! rumo a Suwarrow, se possível. Se não for possível em tempo útil, será Niue e, se o vento se portar mesmo muito mal, terá que ser apenas Tonga.
Vamos ver!...
MA + LA
No Domingo, dia 10 de Maio, em Uturoa, na Ilha de Raiatea, tivemos a largada para a próxima perna, na realidade uma perna com várias etapas: Raiatea - Suwarrow - Niue - Tonga.
Vento: 3-4 nós... De modo que tivemos autorização para ligar os motores e fazer a largada a motor, ou não sairíamos dali...
Depois, houve vários destinos. Alguns barcos seguiram para Suwarrow, como estava previsto. Outros, com o pretexto de não haver vento e ser preciso esperar um pouco por ele, vieram para Bora Bora. E outros ainda, não fizeram a largada, ou porque saíram antes de Raiatea e não quiseram esperar pelo dia da largada, ou porque ficaram retidos antes por problemas ainda não resolvidos com os barcos.
Nós estamos no grupo que veio para Bora Bora. Queríamos muito conhecer esta ilha mítica, e estávamos mesmo aqui ao lado... Juntámos-nos à "revolta", não da Bounty (que aconteceu por estas bandas...), mas da World ARC!
E ainda bem! A ilha é uma maravilha. Apesar de todo o turismo que tem, e de ser um destino turístico muito procurado, ainda não conseguiram dar cabo dela. É uma ilha vulcânica elevada, toda verde, coberta de vegetação, circundada por uma lagoa que é uma maravilha de tons de azul, turquesa, verdes, de uma água transparente.
Atracamos numa bóia do Club Náutico Maikai e aqui estamos, sem vontade de sair daqui para uma "motorada" quase certa...
Ontem fizemos um "tour" de "snorkeling" em vários pontos da lagoa, e acabámos por fazer toda a volta da ilha. O lado este é ainda mais bonito que o lado oeste onde estamos ancorados. Vimos raias, corais, peixes de múltiplas cores que nós vieram comer à mão, uma Moreira que parecia domesticada, enfim, até os animais da ilha já se habituaram a exibir-se para os turistas!
E agora chegou a hora de partir, mesmo sem vento, ou não chegaremos a lado nenhum...
Amanhã de manhã largaremos de Bora Bora! rumo a Suwarrow, se possível. Se não for possível em tempo útil, será Niue e, se o vento se portar mesmo muito mal, terá que ser apenas Tonga.
Vamos ver!...
MA + LA
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